SETOR IMOBILIÁRIO

Representantes do setor imobiliário de Mato Grosso buscam apoio da ALMT

Luiz Fernando Barcellos destacou como positiva a reunião com Botelho que assegurou a parceria
Quinta-feira 12 de Abril de 2018
Redação
Representantes do setor imobiliário de Mato Grosso buscam apoio da ALMT
Foto: Reprodução

Com o intuito de destravar projetos voltados ao mercado imobiliário, a Assembleia Legislativa vai unir forças junto à bancada federal de Mato Grosso atendendo o pedido dos representantes do setor. Diversos membros do segmento estiveram presentes na presidência da Assembleia Legislativa (ALMT) colocando as principais necessidades de melhoria. Entre os presentes na reunião estiveram Benedito Odário (presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis – CRECI-MT), Claudecir Contreiras (secretário-geral do CRECI-MT) e Luiz Fernando Barcellos (presidente da Confederação Imobiliária Latino Americana – CILA e vice-presidente do Conselho Federal de Corretores de Imóveis – COFECI).

“Temos ações para melhorar a nossa classe e apresentamos essa agenda ao presidente Eduardo Botelho. Queremos o intermédio da Assembleia Legislativa junto a bancada federal para dar celeridade à aprovação de projetos que fomentem o setor e dê segurança jurídica ao profissional corretor”, explicou Benedito Odário.

Da mesma forma, Luiz Fernando Barcellos destacou como positiva a reunião com Botelho que assegurou a parceria. “É importante a participação do presidente Botelho que pode galvanizar o apoio que precisamos da bancada federal à aprovação das leis de interesse do mercado imobiliário e dos corretores de imóveis”, afirmou.

Barcellos destacou um dos projetos que pedem celeridade na aprovação. Trata-se da alteração na Lei 6.766/79 que dispõe sobre o Parcelamento do Solo Urbano no Registro Imobiliário, que segundo ele, está totalmente obsoleta e desatualizada com a realidade do mercado.

“Isso propicia muitas paralisações de obras e questionamentos do Ministério Público Estadual. Isto porque na busca por segurança pública, surgiram os condomínio fechados, que não constam nessa lei. Então, são feitas as leis municipais, isso permite os embargos e questionamentos que trazem prejuízos aos empreendedores e para os clientes e compradores”, alertou, Barcellos, ao declarar como fundamental a ajuda da ALMT e bancada federal para dar celeridade ao projeto de lei 3057/2000, em tramitação há 18 anos no Congresso Nacional, que inclui os condomínios dentro da lei de parlamento de solo, promovendo também a regularização fundiária.


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