Mais um recorde ao longo ao ano. O Impostômetro da Fecomércio-MT ultrapassou nesta virada de 2025 para 2026 marca inédita de R$ 58 bilhões em tributos recolhidos nas esferas municipal, estadual e federal. As cifras, que são mais um recorde ao longo do ano passado, representa um aumento de 9,43% em relação ao fechamento de 2024, quando o Impostômetro marcava recorde para aquele momento de R$ 53 bilhões.
Ainda na primeira semana de novembro, o Impostômetro da Fecomércio-MT atingia a marca de R$ 50 bilhões em tributos recolhidos, valor que representava um crescimento anual de 9,68% em comparação ao mesmo dia de 2024, quando o total era de R$ 45 bilhões.
Em 2024, esse patamar de R$ 50 bilhões só havia sido alcançado no dia 12 de dezembro – ou seja, com 30 dias de antecedência.
Conforme a entidade, esses adiantamentos que foram recorrentes ao longo de 2025 indicam não apenas um aumento nominal na arrecadação, devido a reajustes de preços, mas também sugere que a economia estadual registra expansão real da atividade. Segundo analistas, o feito revela que o crescimento econômico de Mato Grosso está superando a inflação, o que reforça o dinamismo local.
O avanço da arrecadação em Mato Grosso evidencia a crescente movimentação econômica do estado – mas também reforça a necessidade de debate sobre eficiência, transparência e impacto da carga tributária para empresas e cidadãos.
BRASIL – O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu, pela primeira vez, a marca de R$ 3,98 trilhões na quarta-feira (31), último dia de 2025.
Em comparação com o mesmo período do ano passado, quando o Impostômetro registrou R$ 3,6 trilhões, houve um crescimento de 10,56%. Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP, explica que esse aumento acontece devido a uma combinação de fatores que impulsionaram a arrecadação tributária. “Entre eles, destaca-se o aquecimento da atividade econômica”, afirma.
