Mato Grosso registrou um aumento de 9,79 pontos percentuais das classes A (renda acima de 20 salários mínimos), B (renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos) e C (renda familiar entre 4 e 10 salários mínimos), entre 2022 e 2024. A população nestas faixas de renda passou de 79,91% para 87,69% no estado, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
No começo dessa semana, o próprio governo federal publicou que, em janeiro, um total de 216.417 famílias em todos os 141 municípios do Mato Grosso estavam contempladas com o Bolsa Família, somando R$ 154 milhões. O valor garante um benefício médio de R$ 712,01.
Em termos nacionais, o estudo da FGV indica que 17,4 milhões de pessoas saíram da pobreza e passaram a integrar as classes de maior renda, representando um aumento de 8,44 pontos percentuais no mesmo período.
INTEGRAÇÃO – A pesquisa aponta que a alta foi impulsionada principalmente pelo aumento da renda do trabalho e pela integração de políticas públicas como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e programas de acesso à educação e ao crédito.
