A Black Friday deste ano deve registrar um crescimento estimado de 9,1% no faturamento em relação a 2023, o que representa uma movimentação de R$ 9,3 bilhões no comércio eletrônico brasileiro. Esses são dados de um levantamento produzido pela Neotrust Confi, com mais de 5.000 varejistas online de todo o país.
As categorias que devem ser destaque no período são eletrodomésticos, moda e acessórios, saúde, ar e ventilação, e beleza e perfumaria. Já outras devem apresentar pouco crescimento, como móveis, pet shop e alimentos e bebidas, ou até mesmo queda, como a categoria de telefonia.
Segundo a pesquisa, há bons motivos para alavancar as vendas na Black Friday 2024. A data oficial, 29 de novembro, se aproxima do pagamento da primeira parcela do 13º salário e do Natal, que podem fortalecer os gastos do consumidor.
CRESCIMENTO DO VAREJO DIGITAL – Até o momento, o ano de 2024 apresentou aumento de faturamento de 13,8%. Os três primeiros trimestres mostram que o varejo digital brasileiro voltou a crescer após a retração de 2023, o que é um sinal positivo para a Black Friday.
O faturamento do período foi de R$ 235 bilhões no e-commerce, aumento de 13,8% em relação a 2022. Foram 863,1 milhões de pedidos, que registraram alta de 15,4% e ticket médio de R$ 272,80, aumento de 1,4% na comparação anual.
APPS DE COMPRAS – A mais recente pesquisa “Expectativas do Consumidor”, da plataforma Appdome, aponta para um cenário promissor para o comércio online, com 84,5% dos brasileiros afirmando que utilizam aplicativos móveis para fazer suas compras. O número supera a média global em 53%.
Segundo a Appdome, esta é a terceira pesquisa consecutiva em que os consumidores relataram usar aplicativos móveis mais do que sites para compras e outras transações. No entanto, o hábito vem acompanhado por uma crescente preocupação com a segurança dos dados. O levantamento revela que 90% dos brasileiros se preocupam com segurança nas plataformas, visto que 48,9% já sofreram ataques cibernéticos.
“A confiança dos usuários está diretamente vinculada à capacidade de uma empresa de proteger informações sensíveis e uma violação de dados pode resultar em impactos significativos para as marcas tanto na reputação quanto na retenção de clientes. Em um cenário onde a cibersegurança é prioridade, empresas que não investirem adequadamente nessa área correm o risco de perder sua base de usuários rapidamente”, analisa Tom Tovar, CEO e cofundador da Appdome. (Com Giro News)
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