No Brasil, cerca de 90% das empresas têm perfil familiar, empregam 75% da força de trabalho e respondem por mais da metade do PIB nacional. Apesar de sua relevância para a economia, a longevidade segue sendo um grande desafio: segundo estudo do Banco Mundial, apenas 30% dessas empresas atingem a terceira geração e, desse universo, somente metade sobrevive à sucessão para uma nova faixa de descendentes. Hoje, dia 8 de dezembro, Dia Nacional da Família, esses dados chamam à atenção.
Ainda assim, há histórias que desafiam essas estatísticas. Esses exemplos evidenciam como o “DNA familiar” pode ser aliada estratégica: vínculo emocional, comprometimento de longo prazo, tomada de decisões ágil e coesão entre os membros são algumas das vantagens inerentes aos negócios familiares.
Contudo, os desafios são reais e exigem maturidade institucional. É justamente esse equilíbrio, entre raízes familiares e gestão profissional, que torna as histórias bem sucedidas tão inspiradoras. Elas mostram que, com visão, dedicação e cuidado, é possível não apenas resistir às estatísticas, mas também prosperar e deixar um legado que ultrapassa gerações.

