Pecuaristas de Mato Grosso seguem tendo dificuldades para aquisição de vacinas contra clostridioses em estabelecimentos especializados e oficiais. Conforme a Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), apesar do foco na solução do problema – que vem sendo registrado desde o mês passado – ainda há falta do imunizante para criadores que detém o maior rebanho bovino do Brasil, com mais de 31 milhões de cabeças.
“Acompanhamos ativamente todas as discussões junto ao Indea-MT, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e Sindan, mas, manifestamos nossa indignação diante da gravidade da situação, uma vez que a ausência do imunógeno contra clostridioses, em um período que coincide com a desmama dos bezerros, início do primeiro giro do confinamento e a chegada da estiagem, agrava ainda mais os riscos e prejuízos aos pecuaristas”, pontua o presidente da Acrimat, Luís Fernando Conte.
Conta frisa que “é lamentável que o Brasil, maior produtor e exportador de carne bovina do mundo, esteja exposto a uma situação como esta, que compromete a segurança sanitária do rebanho e gera insegurança ao setor. A entidade acompanha a situação de forma permanente com os órgãos competentes, com objetivo de minimizar os impactos, com o objetivo de minimizar os impactos e garantir a normalização do abastecimento das vacinas no menor prazo possível”.
Ainda ontem (7), o Mapa informou, por meio de nota oficial, a liberação de 14,6 milhões de doses de vacinas. Embora o processo de regularização do abastecimento comece a ser restabelecido, o quantitativo ainda está muito aquém de atender toda a demanda do mercado.
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